▒ Depois de uma adolescência em que colecionei milhares de fotos das femmes, de seguir apaixonadamente Emanuelle bèart, de 3.650 noitadas, de cursar nu artístico no IUB, de 14 namoros, de alguns amassos rodriguianos regados a feromônio e outras químicas, descobri certos atalhos para a alma feminina, que permitem captar, à distancia de 50 metros, o seu “aprouch”, o cheiro… Sei lá! A alma delas está na largura com que o sorriso expõe os dentes, no detalhe de apenas mais algumas fagulhas no olhar. Mulher boa, não é a “sumidade”. E que me perdoe Vinnicius. Adoro amar pessoas e coisas que, derrepente, são apenas do meu desejo – do meu discreto e escolado desejo. A “cama” é uma obsessão que causa um milhão de infelizes por fim de semana. Eu prefiro copular na mente. ▒
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